Usuário: Senha: Cadastre-se
HomeQuem SomosContato

Newsletter | Loja Virtual | Revista Circuito Agrícola


Conheça a nova revista
Circuito Flores!


Compre agora o novo
Guia Horti & Frutis 2009!


Revista Circuito Agrícola
Edição 84 - leia online!

Notícias
Banco de Notícias
Controle do texto:

Economia

30/6/2010

FGV: Batata, açúcar e tomate têm queda e seguram preços no varejo

Entre os produtos pesquisados junto ao consumidor, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) informou que as altas de preço mais expressivas no varejo, no IGP-M de junho, foram registradas tarifa de eletricidade residencial (1,24%); mamão da Amazônia - papaia (7,54%); e cigarro (1,73%). Já as mais expressivas quedas de preço foram apuradas em batata-inglesa (-24,73%); açúcar refinado (-11,36%); e tomate (-11,21%). No varejo, a inflação junto ao consumidor mensurada pelo IPC-M acumula altas de 3,81% no ano e de 5,01% em 12 meses até junho, informou a FGV. A instituição anunciou nessa terça, dia 29, o IGP-M de junho - sendo que o IPC-M representa 30% do total do IGP-M. Segundo a FGV, o retorno à deflação na taxa do IPC-M, de maio para junho (de 0,49% para -0,18%) foi influenciado por alimentos, que também voltaram a cair de preço (de 0,56% para -1,36%) no mesmo período. Isso porque, nesta classe de despesa, houve taxas negativas e desacelerações de preços em produtos importantes, como hortaliças e legumes (de -1,95% para -8,21%); laticínios (de 2,74% para -0,86%); arroz e feijão (de 6,78% para 0,40%) e carnes bovinas (de 1,99% para -0,11%). Além de alimentação, mais quatro classes de despesa mostraram decréscimos em suas taxas de variação de preços, de maio para junho, entre as sete pesquisadas pela FGV. É o caso de habitação (de 0,60% para 0,40%); saúde e cuidados pessoais (de 0,80% para 0,46%); educação, leitura e recreação (de 0,24% para 0,10%); e transportes (de -0,11% para -0,17%). Já as outras duas classes de despesa restantes apresentaram aceleração de preços. É o caso de vestuário (de 0,81% para 0,93%); e de despesas diversas (de 0,39% para 0,44%).
Agência Estado

Floricultura

30/6/2010

Embrapa Roraima é credenciada para manter coleção de flores tropicais

Quem trabalha ou aprecia flores tropicais terá, em Roraima, a partir de agora, um novo caminho a percorrer até encontrá-las, com a possibilidade de adquirir exemplares de diversas espécies encontradas na região. A Embrapa Roraima torna-se a fiel depositária da coleção de flores tropicais da Amazônia, tendo sido o credenciamento concedido pelo Conselho de Gestão do Patrimônio Genético do Ministério do Meio Ambiente. Segundo o Chefe Geral da Embrapa Roraima, Francisco Joaci de Freitas, a responsabilidade para abrigar e realizar a curadoria da coleção significa que a empresa pode coletar, transportar e identificar botanicamente o material nativo para desenvolver pesquisas, processos de multiplicação in vivo e in vitro e permitir acesso às mudas aos viveiristas e floristas. “Todo o material vai ser preparado também para ser depositado em herbáreo. Com esta mudança, vamos ter possibilidade de conhecer e preservar a rica diversidade de flores da Amazônia”, completa. A pesquisadora Jane Franco, da Embrapa Roraima, explica que, com o credenciamento, ela e sua equipe passam a percorrer o Estado e a realizar coletas nas áreas de savana, vegetação de transição e de floresta para buscar material. “Vamos colher várias espécies, principalmente de orquídeas e helicônias”, informa. Na próxima semana, conforme a pesquisadora, devem chegar à Unidade 100 mudas destes dois tipos de flores.As mudas de orquídeas e helicônias estão sendo doadas pelo Centro de Biotecnologia da Amazônia - órgão sediado em Manaus e vinculado ao Suframa – e devem ser repassadas ao público em geral interessado no cultivo destas plantas.
Embrapa Roraima

Fruticultura

30/6/2010

Fungicida altera fermentação da uva

Um estudo feito pelo especialista na sede da entidade de pesquisa, em Bento Gonçalves (RS), indicou que resíduos de produtos químicos, especialmente os fungicidas, presentes nas uvas colhidas nos parreirais e encaminhadas para as vinícolas, podem prejudicar o processo de fermentação e afetar a qualidade do vinho. "Por causa do clima muito úmido da região, o uso de produtos químicos é fundamental para a produção de uvas sadias, livres de organismos patogênicos, como fungos", diz o pesquisador. "O problema é que o processo de fermentação das uvas é feito por leveduras, que também são fungos. Então, se a uva que vai para a campina tiver traços de fungicidas, as leveduras serão prejudicadas e a fermentação sofrerá alterações." Silva conta que percebeu os indícios dessa alteração há alguns anos, quando vinicultores reclamavam que os vinhos produzidos por eles estavam com alta taxa de açúcar. "Havia casos nos quais a concentração chegava a 50 gramas por litro, o que é muito para um vinho de boa qualidade, porque causa a propagação de bactérias que elevam o teor de acidez do vinho", diz. O especialista ainda diz que os resíduos de agrotóxicos podem deixar os vinhos mais turvos durante a fermentação. "Observamos casos nos quais o vinho começa a ficar turvo próximo do sétimo mês após o início da fermentação. Investigamos outras possibilidades e concluímos que isso também tem acontecido devido ao excesso de fungicida", afirma. A pesquisa feita mostra que essas alterações nem sempre são causadas pelo não respeito às quantidades de fungicidas ou o prazo de carência entre as aplicações. "Fizemos testes com os 13 produtos mais utilizados aqui na região e notamos que mesmo respeitando as especificações alguns desses produtos ainda apresentavam resíduos", revela. Por outro lado, Silva também diz que alguns fungicidas testados até auxiliaram o processo de fermentação. O próximo passo é divulgar para os produtores da região quais os produtos que estão fora dos padrões.
Estadão

Fruticultura

30/6/2010

Enchente em Alagoas prejudica produtores de laranja

As enchentes que atingiram a zona da mata de Alagoas causaram prejuízos aos produtores de laranja de Santana do Mundaú. A previsão de uma safra boa ficou prejudicada pela falta de estradas para transportar os frutos. O agricultor José Gomes Moreira cultiva cerca de 19 mil pés de laranja lima no município de Santana do Mundaú. “Temos dificuldades para tudo. Desde conseguir um trabalhador para colher uma determinada quantidade de mercadoria até escoar a produção por meio de veículos. Caíram pontes, as estradas não prestam mais. Tudo isso é dificuldade”, reclamou. O município foi um dos mais afetados pelas enchentes em Alagoas. Em um dos pontos a estrada ficou pela metade, mas continua transitável. Já a ponte desmoronou. Do outro lado estão cerca de 400 propriedades. Sem acesso, muitos produtores ficaram sem ter como escoar a produção. Os produtores alagoanos têm de seguir para a cidade de Correntes, em Pernambuco, mas que não absorve toda a produção. A maioria das estradas está em péssimas condições. “Se for madura demais, com o carro atolado de dois a três dias, a laranja se perde. Se for verde, a laranja, balançando, tira todinha. Aí, não tem como levar para o comércio”, falou o agricultor José Givaldo Barbosa. A saída é recorrer ao lombo de burricos. Mas para transportar o equivalente ao meio o caminhão precisaria dar 44 viagens. A enchente também arrasou pomares que ficam à beira do rio. Na cidade, a sede da cooperativa de produtores de laranja desabou, assim como o prédio do Sindicato Rural e parte do mercado público onde foi parar um pé de laranja. “Mundaú é 90% de agricultura. Com isso, os produtores vão ter uma perda significante”, falou Antônio Carlos de Souza, presidente da Cooperativa dos Produtores de Laranja. Cinquenta e sete pessoas morreram em Alagoas e Pernambuco desde o início das enchentes.
Globo Rural

Negócios

30/6/2010

Itacitrus atrai sócio e investe em marca global

Maior exportadora brasileira de limão taiti, a Itacitrus está se reestruturando para ampliar ainda mais a sua participação no mercado externo. Para isso, a empresa decidiu se capitalizar por meio de uma parceria com a gestora mineira de recursos FIR Capital, que hoje controla 30% do negócio da Itacitrus. Os 70% restantes permanecem nas mãos dos fundadores do negócio, a família Promicia, de Itajobi, no interior de São Paulo, onde está sediado o QG da Itacitrus. Outro trunfo para fortalecer a empresa fora do País é a renovação da marca. Para realizar o trabalho, a Itacitrus contratou uma consultoria especializada, a Sonne, de São Paulo, incumbida de criar uma marca global para a empresa, cujo nome segue indefinido. "Vamos criar uma marca global e outras segmentadas, que representarão os novos mercados em que estamos entrando", diz Waldyr Promicia, presidente da Itacitrus e filho do fundador, o empresário Vicente Promicia. Até agora concentrada na Europa, a Itacitrus está prospectando mercados como o dos Emirados Árabes, Canadá e Estados Unidos. As exportações já respondem por 55% do faturamento da Itacitrus, que chegou a R$ 40 milhões no ano passado. Três países (Inglaterra, Alemanha e França, pela ordem) absorvem o grosso das vendas da Itacitrus no exterior. "Desde que começamos a exportar, em 2000, vimos crescendo a uma média de 30% ao ano", afirma Promicia. Para este ano, o ritmo de crescimento deverá ser bem mais acelerado. É aí que entra a diversificação da produção e comercialização, com a inclusão de outras frutas no portfólio da Itacitrus, acabando com a hegemonia absoluta do limão. Segundo Promicia, mamão, maçã, melão, manga, uva e abacaxi estão no foco da empresa. O primeiro deles é o mamão, cuja operação começou neste ano. "Junto com o aumento das exportações de limão, esse novo produto nos fará chegar a uma receita de R$ 80 milhões em 2010", diz Promicia. "Em 2011, começaremos a vender manga e uva."
Estadão

Página 1 de 21
1 2 3 4 5 6  |  Próxima  |  Última

Circuitonet.com - Copyright 2008 - Todos os direitos reservados - Powered by Enepress