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Revista Circuito Agrícola
Edição 84 - leia online!

Notícias
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Fruticultura

30/7/2010

FMC lança solução para controle de praga no cultivo de citros

Manter a sanidade dos pomares das culturas citrícolas pode reduzir prejuízos de até 90% no final da safra. O manejo correto das pragas evita a redução do peso e comprometimento da aparência externa, que reduziriam o valor comercial do fruto. Pensando nisso, a FMC Agricultural Products reunirá os principais produtores citrícolas do país para realização de palestras sobre o controle de pragas chave, ao mesmo tempo em que lança o acaricida/inseticida Marshal Star com posicionamento para Citros. Sucesso no algodão, o Marshal Star agora também vai combater uma das pragas mais importantes da citricultura. “Entre os principais benefícios do Marshal star, está a ação rápida no controle dos ácaros, consistência de resultados e maior período de controle”, aponta Gustavo Canato, gerente de inseticidas da FMC Agricultural Products. O manejo adequado é a solução para que o citricultor controle a infestação do ácaro da falsa ferrugem e a inspeção periódica dos pomares é decisiva nesse processo. “Os produtores devem ficar atentos quanto ao aparecimento da praga. Quando detectado e alcançado o nível de dano econômico, é preciso realizar imediatamente o controle com o acaricida. Quanto mais cedo controlá-la, menores os prejuízos e mais eficiente o tratamento”, explica Canato.
Assessoria de imprensa da FMC

Fruticultura

30/7/2010

Produtores de pupunha e citros são incluídos no Proagro

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, nesta quinta-feira (29), a inclusão das lavouras de pupunha e citros (laranjas, tangerinas, limas ácidas, limões, pomelos e toranjas) no Programa de Garantia de Atividade Agropecuária (Proagro). O CMN autorizou, também, a taxa do adicional do Proagro em 2%, para as operações realizadas com produtores familiares beneficiados pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e, em 3,5% para as operações com os demais produtores. A taxa do adicional é o valor que o produtor paga para ter a lavoura garantida pelo programa. De acordo o voto do conselho, esses novos percentuais adotados para as culturas de citros são iguais aos já utilizados para outras culturas permanentes e a necessidade de manutenção da taxa será reavaliada na próxima safra.
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Mercado

30/7/2010

ABN Amro reduz em 35% estimativa de superávit global de cacau

A produção global de cacau deve exceder a demanda em 47 mil toneladas na temporada 2010/11, queda de 35% em relação à projeção anterior de superávit de 72 mil toneladas, informou o banco holandês ABN Amro em um relatório trimestral apresentado nesta sexta, dia 30. A forte redução reflete preocupações com chuvas na Costa do Marfim, maior produtor da amêndoa no mundo, acrescentou o banco. O ABN Amro prevê que a principal safra do país africano, cuja colheita deve começar em setembro, fique 100 mil toneladas acima do volume registrado em 2009/10, quando um milhão de toneladas foram produzidas. Contudo, "as atuais condições climáticas irregulares" sinalizam que a produção continua "uma questão de suposição."
Agência Estado

Floricultura

29/7/2010

Acordo amplia proteção a espécies da flora e da fauna ameaçadas

O Brasil assinou nesta quarta-feira (28) um convênio com a União Internacional para a Conservação da Natureza, objetivando melhorar a avaliação, a conservação e a recuperação das espécies da flora e da fauna ameaçadas de extinção no país. Até o final do ano, o governo deve estender a proteção a espécies em risco para 26%. Atualmente, o percentual é de 3%. De acordo com o diretor de Biodiversidade do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Marcelo Marcelino, um plano de ação define as estratégias de redução de riscos e de recuperação de uma espécie. “O plano também cria um calendário de ações e condições para avaliar o que está sendo executado e que ações estão sendo eficientes para a proteção”, afirma Marcelino. Apesar do esforço, os resultados apresentados pelo Brasil estão muito aquém dos compromissos assumidos pelo país no âmbito da Convenção sobre Diversidade Biológica, o mais importante acordo internacional para a proteção da fauna e da flora do planeta. “Não cumprimos a meta de ter planos de ação para todas as espécies, mas estamos repactuando essa meta para atingir 100% das espécies em 2014”, acrescenta. O diretor reconhece que, mais do que criar os planos de ação, o desafio é colocá-los em prática. Ele defende que a conservação da biodiversidade seja considerada uma questão central na definição de políticas e de investimentos do governo. “O Brasil vai crescer muito nos próximos anos e isso causa impacto à biodiversidade. Nossa missão é compatibilizar os dois interesses. O ICMBio não é um órgão de obstáculo ao crescimento. Queremos o crescimento, mas de forma compatível com a conservação”, alega. Dono da maior biodiversidade do planeta, o Brasil tem 629 espécies ameaçadas de extinção.
Agência Brasil

Fruticultura

29/7/2010

Camex prorroga por dois anos salvaguarda para importações de coco seco

A Câmara de Comércio Exterior (Camex) determinou, por meio da Resolução nº 51, publicada ontem (28) no Diário Oficial da União, a prorrogação por dois anos da medida de salvaguarda, na forma de restrição quantitativa, sobre as importações de coco seco, sem casca, mesmo ralado (NCM 0801.11.10). O pedido de prorrogação foi apresentado ao governo pelo Sindicato Nacional dos Produtores de Coco do Brasil (Sindcoco). A resolução da Camex determina que as cotas serão monitoradas por meio de Licenciamento Não-Automático (LI), a partir de 1º de setembro de 2010, e serão estabelecidas para períodos de doze meses, com início na mesma data, e flexibilizadas em 5% da cota do primeiro período, como segue: 5.770 toneladas no primeiro período (de 1º de setembro de 2010 a 31 de agosto de 2011) e 6.058 toneladas no segundo período de vigência da medida prorrogada (de 1º de setembro de 2011 a 31 de agosto de 2012). Ficam isentos países em desenvolvimento integrantes da OMC, como determina o artigo 12 do Decreto nº 1.488, de 1995, norma que regulamenta os procedimentos administrativos relativos à aplicação de salvaguardas. A medida também não será aplicada aos países integrantes do Mercosul. Desde 2002, as importações de coco seco estão sujeitas a cotas estipuladas pelo governo, em virtude da medida de salvaguarda aplicada para restringir as quantidades importadas. Em 2006, a medida de defesa comercial foi prorrogada por mais quatro anos. Em 2009, o Departamento de Defesa Comercial (Decom) do MDIC abriu processo de revisão da medida de salvaguarda e concluiu que a aplicação continua sendo necessária para o setor doméstico. O coco seco ou in natura produzido no Brasil concorre diretamente com o coco desidratado importado, conhecido no Brasil como coco ralado integral desidratado ou simplesmente coco ralado e, internacionalmente, como desiccated coconut. A alíquota de importação para o produto é de 10%.
Assessoria de Comunicação Social do MDIC

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