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Revista Circuito Agrícola
Edição 84 - leia online!

Notícias
Economia
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6/7/2010

Preços no campo paulista têm queda de 1,54%

Os preços pagos aos produtores agrícolas de São Paulo registraram queda em junho. O Índice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista (IqPR), levantado pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA), terminou junho com recuo de 1,54%. Nos produtos de origem vegetal, a queda foi de 2,55%. Já os de origem animal subiram 0,95%, de acordo com o IEA, ligado à Secretaria de Agricultura paulista. Excluindo a cana-de-açúcar do levantamento, os índices de preços e o de produtos vegetais terminaram junho em alta de 0,83% e 0,72%, respectivamente. Segundo o IEA, os produtos que registraram as maiores altas em junho foram a banana nanica (17,32%), laranja para mesa (8,92%), amendoim (6,98%) e ovos (4,19%). A alta dos preços da banana se explica pela queda na oferta, já que temperaturas mais baixas prolongam o tempo necessário para o desenvolvimento da fruta. Oferta menor também é a razão para a alta da laranja. Os produtos com maior queda em junho foram batata (-24,65%), tomate para mesa (-16,14%), feijão (-7,24%), carne suína (- 6,29%) e cana-de-açúcar (-4,94%). A batata e tomate recuaram com o aumento da oferta. A maior moagem explica a queda da cana. Nos últimos 12 meses, o índice de preços recebidos pelos produtores em São Paulo subiu 27,05%. O índice para produtos de origem vegetal teve alta de 41,69%, segundo o IEA. Já os de origem animal acumulam queda de 4,63% no período. Sem contar a cana, o IqPR tem alta de 25,70% no período e o IqPR-V, de produtos vegetais, de 59,35%.
Valor Econômico

5/7/2010

Suco de laranja encerrou a sexta-feira em alta

Os contratos futuros do suco de laranja concentrado e congelado encerraram a sexta-feira (2) em alta. O movimento se deveu a temores de que as tempestades tropicais possam prejudicar as lavouras na Flórida, o principal produtor nos Estados Unidos. O Centro Nacional de Furacões do país prevê entre 14 e 23 tempestades até novembro, um número acima da média para esta época do ano. "As pessoas estão preocupadas com a próxima safra", disse Carlos Sanchez, diretor da CPM Group, em entrevista à Bloomberg. Na bolsa de Nova York, as entregas com vencimento em setembro fecharam a US$ 1,5110 por libra-peso, alta de 245 pontos. No mercado doméstico, a caixa com 40,8 quilos da laranja à indústria paulista ficou estável em R$ 14,65, segundo o Cepea/Esalq.
Valor Econômico

2/7/2010

Contratos futuros de cacau tiveram a primeira alta da semana

Os contratos futuros de cacau tiveram a primeira alta da semana, na quinta-feira (1), reflexo do enfraquecimento do dólar que encorajou traders a apostarem na commodity. O contrato com vencimento em setembro na bolsa de Londres fechou em 1.766 libras a tonelada, alta de 35 libras. Em Nova York, o mesmo contrato encerrou o pregão a US$ 3.041, alta de US$ 97. Segundo a Dow Jones Newswires, o dólar fraco favorece o cacau, pois torna a commodity mais barata no mercado internacional. Também ajudaram o cacau notícias relacionadas às grandes indústrias de chocolate. A suíça Barry Callebaut anunciou nesta semana que as vendas cresceram 8% no período de nove meses encerrado em maio. No mercado interno, o dia também foi de alta com a arroba a R$ 90, segundo a Central Nacional de Produtores de Cacau.
Valor Econômico

1/7/2010

Contratos do suco de laranja fecharam em alta em Nova York

Os contratos do suco de laranja fecharam em alta nesta quarta-feira (30) em Nova York com a forte atuação dos fundos especulativos. Segundo analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires, embora o furacão Alex não seja uma ameaça à Flórida, sua presença no Golfo do México causou nervosismo. A Flórida é o segundo maior produtor de laranjas do mundo, depois do Brasil. Os contratos para setembro fecharam o pregão a US$ 1, 4835 por libra-peso, alta de 545 pontos. "Os especuladores estão em busca de qualquer fato para manter o mercado andando, e a presença do furacão no Golfo deixou alguns ansiosos", disse Jimmy Tintle, da TransWorld Futures. No mercado interno, a caixa com 40,8 quilos da laranja à indústria paulista ficou em R$ 14,65, segundo o Cepea/Esalq.
Valor Econômico

30/6/2010

FGV: Batata, açúcar e tomate têm queda e seguram preços no varejo

Entre os produtos pesquisados junto ao consumidor, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) informou que as altas de preço mais expressivas no varejo, no IGP-M de junho, foram registradas tarifa de eletricidade residencial (1,24%); mamão da Amazônia - papaia (7,54%); e cigarro (1,73%). Já as mais expressivas quedas de preço foram apuradas em batata-inglesa (-24,73%); açúcar refinado (-11,36%); e tomate (-11,21%). No varejo, a inflação junto ao consumidor mensurada pelo IPC-M acumula altas de 3,81% no ano e de 5,01% em 12 meses até junho, informou a FGV. A instituição anunciou nessa terça, dia 29, o IGP-M de junho - sendo que o IPC-M representa 30% do total do IGP-M. Segundo a FGV, o retorno à deflação na taxa do IPC-M, de maio para junho (de 0,49% para -0,18%) foi influenciado por alimentos, que também voltaram a cair de preço (de 0,56% para -1,36%) no mesmo período. Isso porque, nesta classe de despesa, houve taxas negativas e desacelerações de preços em produtos importantes, como hortaliças e legumes (de -1,95% para -8,21%); laticínios (de 2,74% para -0,86%); arroz e feijão (de 6,78% para 0,40%) e carnes bovinas (de 1,99% para -0,11%). Além de alimentação, mais quatro classes de despesa mostraram decréscimos em suas taxas de variação de preços, de maio para junho, entre as sete pesquisadas pela FGV. É o caso de habitação (de 0,60% para 0,40%); saúde e cuidados pessoais (de 0,80% para 0,46%); educação, leitura e recreação (de 0,24% para 0,10%); e transportes (de -0,11% para -0,17%). Já as outras duas classes de despesa restantes apresentaram aceleração de preços. É o caso de vestuário (de 0,81% para 0,93%); e de despesas diversas (de 0,39% para 0,44%).
Agência Estado

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