Usuário: Senha: Cadastre-se
HomeQuem SomosContato

Newsletter | Loja Virtual | Revista Circuito Agrícola


Conheça a nova revista
Circuito Flores!


Compre agora o novo
Guia Horti & Frutis 2009!


Revista Circuito Agrícola
Edição 84 - leia online!

Notícias
Floricultura
Controle do texto:

30/6/2010

Embrapa Roraima é credenciada para manter coleção de flores tropicais

Quem trabalha ou aprecia flores tropicais terá, em Roraima, a partir de agora, um novo caminho a percorrer até encontrá-las, com a possibilidade de adquirir exemplares de diversas espécies encontradas na região. A Embrapa Roraima torna-se a fiel depositária da coleção de flores tropicais da Amazônia, tendo sido o credenciamento concedido pelo Conselho de Gestão do Patrimônio Genético do Ministério do Meio Ambiente. Segundo o Chefe Geral da Embrapa Roraima, Francisco Joaci de Freitas, a responsabilidade para abrigar e realizar a curadoria da coleção significa que a empresa pode coletar, transportar e identificar botanicamente o material nativo para desenvolver pesquisas, processos de multiplicação in vivo e in vitro e permitir acesso às mudas aos viveiristas e floristas. “Todo o material vai ser preparado também para ser depositado em herbáreo. Com esta mudança, vamos ter possibilidade de conhecer e preservar a rica diversidade de flores da Amazônia”, completa. A pesquisadora Jane Franco, da Embrapa Roraima, explica que, com o credenciamento, ela e sua equipe passam a percorrer o Estado e a realizar coletas nas áreas de savana, vegetação de transição e de floresta para buscar material. “Vamos colher várias espécies, principalmente de orquídeas e helicônias”, informa. Na próxima semana, conforme a pesquisadora, devem chegar à Unidade 100 mudas destes dois tipos de flores.As mudas de orquídeas e helicônias estão sendo doadas pelo Centro de Biotecnologia da Amazônia - órgão sediado em Manaus e vinculado ao Suframa – e devem ser repassadas ao público em geral interessado no cultivo destas plantas.
Embrapa Roraima

28/6/2010

Flores para ver e comer

Mais do que gerar renda para quem produz, embelezar ambientes e agradar quem as recebe, algumas flores também podem ser consumidas. É o que a Emater/RS-Ascar e o Instituto de Educação de Ivoti mostraram no Agroshow 2010, feira de dinâmicas, negócios e tecnologias voltados para a agricultura familiar, em Nova Petrópolis. No jardim exposto no local, os visitantes conhecem uma orquídea, da qual é extraído o açúcar de baunilha, e aprendem que algumas flores que cultivam em casa podem ser aproveitadas na culinária. Durante os quatro dias da feira, alunos e professores do Instituto irão realizar oficinas de flores comestíveis, como as de geleia de rosas e folhas de menta e de chocolate quente com violeta de jardim, apresentadas nesta quinta-feira (24). Entre as flores comestíveis, estão a capuchinha, o amor-perfeito e as rosas, desde que cultivadas sem agrotóxicos. “Hoje a utilização de flores ainda está na alta gastronomia, queremos popularizar”, explica a professora Sueli Presser. O preparo de receitas naturais é uma das atividades práticas desenvolvidas com alunos da educação infantil à 4ª série, dentro do Programa Herbáreo Vivo, desenvolvido pelo Instituto de Educação, em parceria com a Emater/RS-Ascar e outras entidades do município de Ivoti. O Programa abrange uma série de ações, como o projeto de alimentação “O sabor da natureza”, o jardim horta, as flores comestíveis, a polinização com abelhas jataí (nativas), o banco de sementes e a participação em eventos, que propiciam uma interação dos estudantes com o meio social e natural em que vivem. “Temos a preocupação de trabalhar as questões ambientais desde cedo, para que eles tenham um olhar diferente sobre o meio ambiente, para que se sensibilizem e aprendam a cuidar da natureza”, afirma a professora Renati Korndörfer.
Emater RS - Ascar

22/6/2010

Produtores de girassol em Mato Grosso estão otimistas com a colheita

Este ano o sol brilhou forte nas lavouras de girassóis de Mato Grosso e afastou a chuva. Os produtores estão sentido o efeito da estiagem agora na colheita. O agricultor Régis Segabinazi plantou 200 hectares. A máquina já passou por metade da área. Pela média, cada hectare vai render 22 sacas “A minha previsão era colher de 25 a 26 sacas. Então, diminuiu um pouco, mas esta dentro do esperado. Deveria estar um pouco melhor o preço do girassol, que está em torno de R$ 28 a R$ 30 a saca. É um preço razoável”, avaliou Segabinazi. O agricultor Wagner Herklotz cultiva girassol há seis anos. Noventa por cento da produção vai para a indústria de óleo. Ele também vai perder um pouco em produtividade. Este ano, aumentou a área plantada de 500 para 600 hectares. ""Desses 600 hectares a gente espera fechar mil toneladas de média geral. Isso vai dar em torno de 26 a 27 sacas por hectare, que é uma média razoável, boa. Poderia ser melhor se não fossem as chuvas cortarem mais cedo esse ano”, falou Herklotz. Em Mato Grosso, cerca de 80% da produção de girassol é destinada à indústria de óleo, mas este ao deve ser um pouco diferente. Alguns produtores estão vendendo a maior parte da produção para o mercado de passarinhos. Isso porque houve quebra no Rio Grande do Sul que deixou o setor praticamente vazio. O agricultor Sérgio Stefanelo já beneficiou e vendeu mil toneladas de girassol para o mercado de pássaros. Quase 70% desta safra vão para este setor. Geralmente, é destinado apenas metade da produção. “Quando vende para passarinho você agrega custo, beneficiamento e perdas para deixar o produto bem limpo. Então, por isso ele agrega um pouco de valor. Mas no final, ele agrega de 5% a 10% para a indústria de óleo”, esclareceu Stefanelo. Este ano, as lavouras do Rio Grande do Sul ficaram comprometidas por causa do excesso de chuva. O Estado é o segundo produtor nacional de girassol.
Globo Rural

15/6/2010

Flores tropicais: uma alternativa rentável no Estado do Tocantins

A produção de flores tropicais no Tocantins avança, despontando como mais uma grande alternativa na geração de emprego e renda para agricultores familiares. O comércio de flores é expansivo, vem ganhado espaço na ornamentação e datas comemorativas. Só no Dia dos namorados, as vendas aumentaram em torno de 30%. Segundo a Diretoria de Fruticultura da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Tocantins (Seagro), atualmente o plantio de flores está distribuído na região Central e Norte do Estado, com perspectivas de produção em outras regiões. Os produtores tocantinenses, atento às possibilidades de crescimento desse mercado, estão investindo na qualidade da produção e busca de novas técnicas. O Estado possui atualmente 30 produtores, plantando 35 variedades de flores, numa área de 30 hectares. A Diretoria informa ainda que em 2009 houve um aumento em mais de 70% nas vendas. O segmento possui duas associações: a Associação Tocantinense de Flores Tropicais e a Aflorar (Atropicato) e a Associação dos Floricultores de Araguaína e Região. A floricultura é um ramo do agronegócio, com capacidade de gerar emprego e renda aos agricultores familiares. Num hectare plantado, envolve três empregos diretos e cinco indiretos. No Tocantins são cerca de 500 pessoas vivendo desta atividade, com expectativa de crescimento anual em torno de 50%. As flores mais cultivadas no Tocantins são: as helicônias, alpínias, bastões, shampoos, dentre outras. Hoje em Palmas existem pessoas especializadas neste segmento Segundo dados da Associação de Produtores de Flores do Tocantins, o comércio de flores no Estado movimenta cerca de R$ 4 milhões por ano.
Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Tocantins

1/6/2010

MT quer abocanhar fatia maior no setor de flores tropicais

Campeão na produção de soja, carne e algodão, Mato Grosso tem solo e condições climáticas para também se tornar um produtor competitivo de flores tropicais. A possibilidade vem sendo avaliada, na prática, por pesquisa desenvolvida pela Empaer (Empresa Mato-Grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural) em um campo experimental de Acorizal, que fica a 62 km de Cuiabá. O trabalho estuda quatro espécies em nove variedades que podem vir a abastecer tanto o mercado interno como o externo. Outras duas espécies devem ser analisadas ainda neste ano, diz a pesquisadora Elaine Daltro, uma das coordenadoras do estudo, feito em parceria entre UFMT (Universidade Federal de MT) e Fapemat (Fundação de Amparo à Pesquisa de MT). Rústicas e naturalmente adaptadas ao calor, espécies como a helicônia e a alpínia são testadas em cultivos controlados em estufas ou diretamente expostas ao sol. O objetivo é identificar técnicas de adubação (a farinha de osso é um dos insumos avaliados), irrigação e sombreamento que sejam mais adequadas às características de Mato Grosso. "Os primeiros produtores começaram a trabalhar nos moldes do que é feito no Nordeste, onde se concentra a maior parte da produção brasileira. Mas há particularidades importantes, como a intensidade da luz, que aqui é maior", afirma Elaine.
Folha de São Paulo

Página 1 de 45
1 2 3 4 5 6  |  Próxima  |  Última

Circuitonet.com - Copyright 2008 - Todos os direitos reservados - Powered by Enepress