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Revista Circuito Agrícola
Edição 84 - leia online!

Notícias
Floricultura
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15/6/2010

Flores tropicais: uma alternativa rentável no Estado do Tocantins

A produção de flores tropicais no Tocantins avança, despontando como mais uma grande alternativa na geração de emprego e renda para agricultores familiares. O comércio de flores é expansivo, vem ganhado espaço na ornamentação e datas comemorativas. Só no Dia dos namorados, as vendas aumentaram em torno de 30%. Segundo a Diretoria de Fruticultura da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Tocantins (Seagro), atualmente o plantio de flores está distribuído na região Central e Norte do Estado, com perspectivas de produção em outras regiões. Os produtores tocantinenses, atento às possibilidades de crescimento desse mercado, estão investindo na qualidade da produção e busca de novas técnicas. O Estado possui atualmente 30 produtores, plantando 35 variedades de flores, numa área de 30 hectares. A Diretoria informa ainda que em 2009 houve um aumento em mais de 70% nas vendas. O segmento possui duas associações: a Associação Tocantinense de Flores Tropicais e a Aflorar (Atropicato) e a Associação dos Floricultores de Araguaína e Região. A floricultura é um ramo do agronegócio, com capacidade de gerar emprego e renda aos agricultores familiares. Num hectare plantado, envolve três empregos diretos e cinco indiretos. No Tocantins são cerca de 500 pessoas vivendo desta atividade, com expectativa de crescimento anual em torno de 50%. As flores mais cultivadas no Tocantins são: as helicônias, alpínias, bastões, shampoos, dentre outras. Hoje em Palmas existem pessoas especializadas neste segmento Segundo dados da Associação de Produtores de Flores do Tocantins, o comércio de flores no Estado movimenta cerca de R$ 4 milhões por ano.
Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Tocantins

1/6/2010

MT quer abocanhar fatia maior no setor de flores tropicais

Campeão na produção de soja, carne e algodão, Mato Grosso tem solo e condições climáticas para também se tornar um produtor competitivo de flores tropicais. A possibilidade vem sendo avaliada, na prática, por pesquisa desenvolvida pela Empaer (Empresa Mato-Grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural) em um campo experimental de Acorizal, que fica a 62 km de Cuiabá. O trabalho estuda quatro espécies em nove variedades que podem vir a abastecer tanto o mercado interno como o externo. Outras duas espécies devem ser analisadas ainda neste ano, diz a pesquisadora Elaine Daltro, uma das coordenadoras do estudo, feito em parceria entre UFMT (Universidade Federal de MT) e Fapemat (Fundação de Amparo à Pesquisa de MT). Rústicas e naturalmente adaptadas ao calor, espécies como a helicônia e a alpínia são testadas em cultivos controlados em estufas ou diretamente expostas ao sol. O objetivo é identificar técnicas de adubação (a farinha de osso é um dos insumos avaliados), irrigação e sombreamento que sejam mais adequadas às características de Mato Grosso. "Os primeiros produtores começaram a trabalhar nos moldes do que é feito no Nordeste, onde se concentra a maior parte da produção brasileira. Mas há particularidades importantes, como a intensidade da luz, que aqui é maior", afirma Elaine.
Folha de São Paulo

21/5/2010

Jardim Botânico do RJ lança lista de espécies da flora brasileira

O Jardim Botânico do Rio de Janeiro lança nesta sexta-feira (21) uma lista das espécies da flora brasileira. O conteúdo poderá ser acessado pela internet e reunirá informações de mais de 41 mil espécies de plantas. A lista começou a ser elaborada em setembro de 2008. Um comitê foi formado e informações de outras listas parciais, oferecidas por diversas entidades, foram utilizadas. Os dados foram migrados para o sistema desenvolvido pelo Centro de Referência em Informação Ambiental (CRIA). Em 2009, cerca de 400 especialistas, brasileiros e estrangeiros, trabalharam na realização da nova base de dados, fazendo a inclusão de informações inéditas e a correção das que já estavam disponíveis. A lista é um dos compromissos assumidos pelo Brasil com a comunidade internacional. Como signatário da Convenção sobre a Diversidade Biológica, o país tem ainda outras 15 metas a serem alcançadas, que fazem parte da Estratégia Global para a Conservação de Plantas. Segundo o Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro, a única compilação desse porte data do período de 1846 e 1906, quando foi editada a Flora brasiliensis, por von Martius, Eichler & Urban, com 22.767 espécies. O sistema online apresenta 41.123 espécies da flora, sendo 3.633 de fungos, 3.521 de algas, 1.522 de briófitas, 1.176 de pteridófitas, 23 de gimnospermas e 31.248 de angiospermas. O usuário encontrará informações sobre a distribuição geográfica por região, poderá consultar também sinônimos utilizados para cada espécie e quais são de ocorrência exclusiva no Brasil.
Globo Rural

3/5/2010

Cultivo de rosas ganha destaque no Ceará

Um campo com muitas cores. As rosas já ocupam de 12,5 hectares da empresa que fica em São Benedito, na serra da Ibiapaba, região norte do Ceará. O crescimento foi tanto que as estufas passaram de sete para 12 neste ano. Até julho, devem chegar a 20. Hoje, a produção é de 600 mil hastes por mês. Há botões de várias cores, formatos e tamanhos. Por enquanto, o esforço é para atender aos pedidos do mês de maio. Do corte, à classificação e embalagem, o quadro de funcionários passou de 130 para 150 trabalhadores. O proprietário, o agricultor Paulo Selbach, está satisfeito com as encomendas que triplicaram neste período, principalmente do Pará, de Pernambuco e de Brasília, e explicou que maio é referência para os produtores de rosas. Na região, onze produtores investem no cultivo de flores.
Globo Rural

29/4/2010

Setor de flores e plantas ornamentais espera crescimento em 2010

“O setor de flores e plantas ornamentais espera crescimento de 10% no faturamento bruto em 2010”, afirmou o presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Flores e Plantas Ornamentais, Renato Opitz, durante reunião nessa quarta-feira (28), em Brasília. Ele acrescentou que o setor faturou R$ 750 milhões, em 2009, e deve alcançar R$ 825 milhões neste ano. Optiz atribui esse crescimento à recuperação da economia mundial e melhoria na qualidade e acesso ao mercado de flores. “Nosso produto está cada vez melhor, mais cidades brasileiras estão comercializando flores e plantas ornamentais. Isso acontece, em grande parte, pelo aumento da oferta em supermercados e grandes redes comerciais, como os garden centers”, explica. O presidente da Câmara Setorial defende, ainda, que as flores fiquem mais baratas e acessíveis. São Paulo é responsável por 75% da produção de flores e plantas ornamentais e por mais de 50% do consumo nacional.
MAPA

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