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Revista Circuito Agrícola
Edição 84 - leia online!

Notícias
Horticultura
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14/7/2010

Começou a colheita de pimentão em São Paulo

Começou a colheita do pimentão no centro-oeste de São Paulo. Os produtores comemoram o bom momento da safra. O agricultor Leandro Firmino da Silva investiu na construção de quatro estufas de mil metros quadrados cada. Uma saída vantajosa para o pequeno produtor de pimentão do município de Santa Cruz do Rio Pardo, no centro-oeste paulista, ter alta produtividade nesta safra com menos defensivos químicos. “As estufas hoje têm uma produção melhor. Se fosse a campo aberto, eu não conseguiria ter o que tenho nas estufas”, comparou Silva. A região de Santa Cruz do Rio Pardo é uma das maiores na produção de pimentão no Estado de São Paulo, que por ano chega a 70 mil toneladas. De olho no mercado, na hora de vender a hortaliça o produtor pode optar pelo que é mais vantajoso dependendo do estágio da plantação. Com 80 dias de plantio já é possível colher e negociar o pimentão verde. Mas se o produtor tiver paciência e condição de esperar mais 20 dias o pimentão amadurece e fica vermelho ou amarelo, dependendo da variedade. Daí acaba sendo comercializado a um preço em média 50% maior. Hoje, a caixa de 11 quilos de pimentão verde está sendo vendida a uma média de R$ 7,00. A caixa de pimentão vermelho é negociada a R$ 10, mas pode chegar a R$ 16 dependendo de como a produção vai se comportar até o final da safra. “O preço do pimentão verde é sempre mais baixo. Com o vermelho sempre tem chance de pegar um preço melhor. O mercado prefere o pimentão maduro”, disse o agricultor Elias Aparecido da Silva. São Paulo é o maior produtor nacional de pimentão.
Globo Rural

12/7/2010

Sorriso fortalece hortifruticultura

Fortalecer a cadeia produtiva de hortifrutigranjeiros de Sorriso é a meta da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente do município com a implantação de um programa apresentado aos Agricultores Familiares do Assentamento Jonas Pinheiro. O programa inclui distribuição de sementes, assistência técnica especializada e suporte técnico com o que há de mais atual no segmento para a produção em escala comercial de frutas, verduras e legumes. A intenção é fazer com que a cadeia da hortifruticultura seja entendida como uma fonte perene de renda. Mas, para que a produção ocorra durante todo é preciso um trabalho continuado do produtor com utilização de técnicas adequadas de manejo e produção. O projeto prevê também uma qualificação para os pequenos produtores quanto à comercialização para que consigam utilizar a melhor forma, seja em larga escala (atacado) ou fracionada (varejo).
Gazeta Digital

12/7/2010

Mandioca: Clima e baixo interesse em colheita diminuem oferta

As condições climáticas desfavoráveis à colheita da raiz reduziram a oferta do produto à indústria de fécula nas regiões acompanhadas pelo Cepea. Em alguns locais, não chove há mais de 30 dias. Além disso, o menor interesse de colheita devido às recentes desvalorizações da raiz e à menor disponibilidade de mandioca de segundo ciclo disponível para colheita também diminuíram a oferta do produto, segundo pesquisas do Cepea. Em relação às cotações, entre 5 e 9 de julho, o preço médio da tonelada do produto posto na fecularia foi de R$ 236,75/t (R$ 0,4117/grama de amido na balança hidrostática de 5 kg), com ligeiro decréscimo de 1% em relação ao da semana anterior.
Cepea/Esalq

12/7/2010

Aumenta a produção de batata em Minas Gerais

A produção de batata, em Minas Gerais, está aumentando. Na região do alto Paranaíba, os agricultores estão satisfeitos com a safra e com o preço. O trabalho está acelerado na lavoura do agricultor Joselino Barbosa. Tanta gente na colheita é sinal de boa safra. O produtor mantém cerca de 400 hectares plantados. São 30% a mais do que no ano passado. A safra de inverno será maior do que a colhida no verão. O preço é o principal motivo de tanto otimismo. Enquanto que no ano passado a saca saia por R$ 25, agora não sai por menos de R$ 75. “Desde 2001, quando eu vim pra cá, esse foi o melhor ano que teve. Muito bom”, comparou seu Joselino. Para ganhar esse preço o produtor investiu em qualidade. Para vender a batata nem precisa correr atrás de comprador. É o mercado que vem atrás dele. “A gente tem que fazer o possível e colher batata boa para que os compradores correrem atrás da gente. Não a gente atrás deles”, completou seu Joselino. Minas Gerais é o principal produtor de batata do país.
Globo Rural

9/7/2010

Germinação de sementes de hortaliças em altas temperaturas

O recorrente problema de baixa emergência de sementes no campo, principalmente durante o verão, motivou um estudo sobre o estabelecimento de plantas em altas temperaturas no Brasil. Sob a coordenação da Embrapa Hortaliças, avaliações acerca do cultivo de alface e cenoura, culturas bastante consumidas internamente, comprovaram a interferência direta do clima sobre os reguladores de crescimento das sementes. O processo é prejudicado pela inibição da produção de etileno, substância responsável por determinados ciclos vegetais desde a germinação até a senescência dos vegetais. Chefe Adjunto de Comunicação, Negócios e Apoio da unidade, Warley Nascimento explica que esses resultados viabilizam avanços nas pesquisas moleculares, para a utilização de ferramentas biotecnológicas, na inserção das características em cultivares mais resistentes aos estresses climáticos. Inicialmente, temos que pensar nas empresas que produzem as sementes para os produtores. A primeira constatação foi que essas sementes geradas em locais quentes como o Norte de Minas Gerais, conseguem uma germinação melhor do que aquelas oriundas do Sul do Brasil, por exemplo. A redução da quantidade de etileno e de algumas enzimas de digestão da parede celular da semente altera a capacidade de desenvolvimento. Agora, a próxima etapa é decodificar os genes diretamente relacionados à deficiência— revela. Nascimento afirma, no entanto, que o cultivo de alface e cenoura já pode contar com algumas técnicas mais avançadas. A melhor forma de garantir a sanidade da germinação é optar por fornecedores especializados, que comercializam sementes tratadas. Outra recomendação mais simples, porém igualmente importante, é fazer a semeadura nos finais de tarde, preferindo sempre os dias mais frescos. De acordo com ele, o fato de a semente absorver a água em temperaturas amenas, nas primeiras horas de embebição, diminui os riscos de termo-inibição.
Portal Dia de Campo

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