8/7/2010
Arysta LifeScience lança fungicida para tomate e batata
Com o objetivo de intensificar sua participação no mercado de HF, a Arysta LifeScience lança no mercado brasileiro o Ranman, fungicida com ação de profundidade para batata e tomate, com o ingrediente ativo Cyazofamid, recomendado especialmente para requeima, com o diferencial de ter baixa toxicidade e alta resistência à chuva.
“O Ranman apresenta grande eficácia no combate a requeima, principal doença fúngica que se manifesta nas culturas de batata e tomate, promovendo efeito curativo e protetor na plantação”, afirma Ricardo Dias, Gerente de Produto da Arysta. O produto ainda está em fase de extensão de uso para o controle de míldio nas culturas de alface, cebola, melancia, melão, rosa e uva.
Texto Assessoria de Comunicações
7/7/2010
OMS alerta para contaminação em verduras pré-lavadas
A Organização Mundial da Saúde divulgou na terça-feira (6) novas recomendações para evitar a contaminação de alimentos. Segundo a entidade, esterco animal não deve ser usado como fertilizante para vegetais vendidos pré-lavados, como as saladas ensacadas, comuns nos supermercados. De acordo com o diretor de segurança alimentar da entidade, Jorgen Schlundt, usar esterco faz sentido em outras lavouras. "Mas quando você está produzindo saladas frescas que serão processadas sem tratamento com calor, isso é um problema."
O diretor da OMS ligou o uso desse adubo a surtos de contaminação nos EUA. Em abril, alface romana pré-lavada contaminada com a bactéria E. coli deixou 26 pessoas doentes em cinco Estados americanos.
Folha de São Paulo
7/7/2010
Produtor terá nova variedade de batata em 2011
Novas batatas desenvolvidas no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Itararé, unidade da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), estão em fase de obtenção de registro no Ministério da Agricultura e deverão estar disponíveis para os produtores no próximo ano. A expectativa dos pesquisadores é alta para o sucesso dos novos cultivares brasileiros, que poderão contribuir para a disseminação de variedades nacionais, já que os cinco cultivares mais plantados no Brasil são de origem holandesa, canadense ou alemã — são elas: Ágata, Asterix, Atlantic, Cupido e Monalisa.
As variedades IAC Ibituaçu e Clone IAC 2.5, desenvolvidas em Itararé, na divisa com o Paraná, apresentam potencial para substituir as principais variedades cultivadas hoje. Segundo o chefe da seção técnica de Itararé, Valdir Josué Ramos, pesquisador científico que há três décadas se dedica ao estudo do tubérculo, os dois materiais têm potencial para atrair o interesse de produtores e agradar o consumidor final.
A IAC Ibituaçu tem polpa creme, excelente qualidade culinária para processamento industrial e produção de rodelas fritas. Na cozinha do brasileiro, ela serve bem para fazer salada, purê e as tradicionais fritas. O segredo que torna uma batata frita sequinha, crocante e sem encharcar, explica o pesquisador, é o teor de matéria seca existente na polpa da batata, ou seja, a concentração de carboidratos e amido cima de 18%. A Ágata, por exemplo, apesar ter a pele fina e lisa, tem 16% de água e não é indicada para fritura. O baixo teor de matéria seca torna sua polpa mole quando frita, e sem ficar crocante. Já o cultivar IAC Clone 2.5 apresenta índices de carboidratos e amido entre 18% e 19%, quantidade de matéria seca ideal para ser frita em casa ou utilizada em processo industrializado.
Cosmo
6/7/2010
Israelita cria batatas resistentes ao calor do deserto
Após mais de 30 anos pesquisando a fisiologia das batatas, o professor David Levy, da Faculdade de Agricultura, Comida e Meio Ambiente, da Universidade de Hebrew, em Jerusalém, desenvolveu uma nova variedade do vegetal capaz de crescer em climas quentes e secos. E também linhagens que podem ser irrigadas com água de fonte salina.
Para o Oriente Médio, onde grande parte do ambiente é desértico e as temperaturas podem chegar a 50°C, a pesquisa é bastante significativa. A batata, original de climas temperados da América, agora pode ser cultivada para consumo interno e exportação para Europa e Estados Unidos.
O processo de irrigação com água salgada foi desenvolvido porque, além do calor escaldante, a região também sofre da escassez de recursos hídricos. O pesquisador conta, em entrevista ao site Israel21c.org, que especialistas procuram novas fontes de água em aqüíferos salinos. Por isso, as novas batatas são importantes para a da agricultura local.
Mas irrigação com água salgada pode causar estresse a diversas plantas. A equipe de Levy estava pesquisando os benefícios de uma bactéria contra o estresse e outras doenças das batatas. O resultado foi que todas as plantas que tiveram a bactéria introduzida sobreviveram às condições adversas, as comuns morreram.
Depois de desenvolver a técnica, o pesquisador compartilhou com cientistas de outros países de clima semelhante: Marroscos, Jordânia, Egito e Líbano. Confira o vídeo para conhecer a plantação da equipe de Levy e algumas das batatas criadas.
Revista Galileu
2/7/2010
Produção mundial de mandioca alcança 242 milhões de toneladas
A produção mundial de raiz, farinha e fécula de mandioca alcançou, no último ano, 242 milhões de toneladas. Os destaques foram Nigéria, com 45 milhões de toneladas; Tailândia, 30,1 milhões de toneladas; e Brasil, responsável por 26,6 milhões de toneladas. Os dados foram apresentados, nesta quinta-feira (1º), pelo técnico de Planejamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Cláudio Chicherchio, durante a 19ª reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Mandioca e seus Derivados, em Brasília.
Nos cinco primeiros meses de 2010, as exportações de fécula de mandioca para a Bolívia renderam US$ 737,2 mil e, para os Estados Unidos, US$ 465,2 mil. As vendas de farinha de mandioca para Portugal representaram US$ 248,7 mil e, para os Estados Unidos, US$ 139,8 mil. Em relação às exportações de raiz de mandioca, o maior comprador foi o Uruguai, com US$ 1,8 mil, seguido da França US$ 1,6 mil.
No mesmo período de 2010, a maior parte das importações de raiz e fécula de mandioca foram do Paraguai, responsável pela venda de US$ 162,1 mil e US$ 1,1 milhão, respectivamente. As informações são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC).
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento